domingo, 12 de abril de 2026

EXPERIMENTE, DEPOIS JULGUE

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs!

Nesta proposição vamos refletir sobre a fabula da raposa e as uvas, cujo seu contexto traz a figura de uma raposa que ao tentar, sem sucesso, alcançar um cacho de uvas maduras e ao perceber que não as conseguiria, vai embora dizendo que as uvas estavam verdes e estragadas.

Esta fabula traz uma importante reflexão da qual devemos, em nossa individualidade, prestar atenção em tudo que nos é ensinado e informado, tão quanto tudo aquilo que sai de nosso coração a coletividade. Afinal, somos seres receptadores e ao mesmo tempo criadores, e, portanto, é essencial estarmos sempre atentos e reflexivos a tudo para não incorrermos no abismo das discórdias e injustiças, como de estarmos em alerta ainda mais dos fantasmas que por vezes criamos quanto as fraquezas dos nossos preconceitos humanos e destoantes da vontade do Pai que nos rege. Afinal, conforme for o resultado daquilo que captamos e colocamos em prática, podemos deflagar guerras sem precedentes e, consequentemente nos levar a arrependimentos e vergonhas diante o Criador quando ao invés de tornarmos anjos e aliados, nos tornamos algozes como ocorrera com Jesus.

Pois no tempo do Cristo encarnado, havia-se na sociedade um vício contaminante disfarçado de sacralidade, onde os ditos poderosos dos templos se apossavam das reflexões proféticas para poder dominar a sociedade pelo medo. De certo que poderiam ler os textos sagrados na sua literalidade, porém, o risco do vicio devastador estava naquilo que era criado pós a leitura, ou seja, pelas palavras e reflexões a época, onde poucos usavam do seu poder para ter a coletividade sob seus domínios, deturpando o teor evangélico a manutenção de um poder desvairado e egoístico que persiste, até os dias atuais, fazerem vítimas e mais vítimas por conta do mal da intolerância irreflexiva. Desde a época até os dias atuais, os considerados poderosos, não apenas do campo religioso, não permitem que as pessoas possam ir além daquilo que por eles são criados e ditos. Verdade essa é que, quando Jesus veio ao mundo, tratou de nos instigar ao questionamento e ao mesmo tempo ampliar o nosso conceito sobre a verdadeira vontade do Pai sobre nós, e da importância que temos para Ele na existência.

Entretanto, o que houve na época de Jesus e o que acontece até os dias atuais? Jesus, apenas por nos mostrar a verdadeira face de Deus foi perseguido, questionado, caluniado, preso, traído, julgado e crucificado. E com seus discípulos e seguidores? Estes foram perseguidos e martirizados, e por quê? Apenas porque incomodaram os viciosos do poder e buscarem mostrar as pessoas, a qual nos incluímos a ampliar o conhecimento e comportamento além daquilo que por eles eram ditos.

Entretanto, o que ocorreu desde então até os dias atuais? Ou seja, o que acontece quando alguém ou uma coletividade se permite posicionar diferente daquilo que os ditos influentes fazem ou falam? Seja no campo religioso, político, cultural e continental? Certamente houve muitos avanços neste quesito, ou seja, da busca pela autorreflexão, porém, ainda há muitos confinados e que continuam se permitindo serem dominados e disseminado ódio, intolerância, preconceito e guerra.

Portanto irmãos e irmãs entendam, Deus nos concedeu a dadiva de uma inteligência e o discernimento, por isso não se deixe contaminar pelos vícios intolerantes e parcial dos homens, seja crítico, ouça sim, mas reflita, aproveite aquilo que possa aproveitar, descarte aquilo que não representa Deus e sua vontade, isto é, Deus não nos julga e nos vê simplesmente pela aparência como parte dos homens costumam fazer uns aos outros em sua pequenez, Ele nos enxerga profundamente.

Por fim irmãos e irmã, poderemos não ser compreendido em nossas posições e principalmente se resolvermos caminhar na contramão de um senso comum, e mesmo que te firam nunca deixe de refletir que somos seres receptadores e criadores, e muito menos deixe de refletir a seguinte lição: Penso, logo existo. Conquanto, mesmo sendo responsáveis e livre por nossos atos e pensamentos, nunca deixe de fazer a reforma intima, pois também somos vulneráveis a criar vícios e virtudes.

 

 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

SERÁ QUE TAMBÉM ANDARÍAMOS SOBRE AS ÁGUAS?

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs!

O evangelho que nos reúne sob o banquete do divino, nos convida a refletirmos sobre a ótica intima de quão tão é a profundidade sincera de nossa fé.

Não incomum depararmos com irmãos que ao refletirem sobre as diversas passagens evangélicas terem posições críticas quanto aos acontecimentos, como das reações diversas que os apóstolos tinham diante os desafios da época. Todavia, se algo parecido acontecesse conosco, será que estaríamos ou estamos preparados para enfrentar com coragem estas instigações contra nós mesmos tão quanto a valentia das nossas cômodas críticas? Ou seja, será que a densidade de nossa fé é tão poderosa que nos faríamos andar com segurança sob as águas a convite do Cristo caso nos aparecesse em alto mar como fizera com Pedro? 

De certo que muitos terão diversos pareceres quanto está arguição, porém, as respostas não devem ser externadas, e sim refletida particularmente. 

Evidentemente que cada um tem os seus desafios pessoais, afinal estamos em processo evolutivo, e por esta razão que o Senhor nos reveste de toda oportunidade para que possamos nos desenvolver com naturalidade, porém, é importante refletirmos que a evolução jamais deve ser encarada como uma competição como procede os homens em seu cotidiano que por vezes encara seu semelhante como um adversário pronto a ser aniquilado, sendo que na veracidade do universo somos nós mesmos os nossos próprios adversários tão quando aliados. 

Portanto, busquemos fazer rotineiramente a autorreflexão ao melhoramento permanente e eterno, e o mais importante, caminhe sempre com Jesus, pois mesmo que na travessia sob o mar possamos nos afundar diante nosso ceticismo, Ele sempre estará pronto a nos erguer mesmo que nos falha a fé.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Afinal, quem somos?

 


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs!

Quando nos aprofundamos na percepção do comportamento das pessoas na coletividade, seremos lidos por diferente ótica, isto é, teremos diferentes conceitos vindo de nossos pais, irmãos, parentes, amigos, cônjuges, filhos, netos, vizinhos, colegas, conhecidos, desafetos, adversários e desconhecidos. Afinal, com tantas opiniões, quem realmente somos de verdade? De certo que por vezes não nos conhecemos tão bem como imaginamos, como o grau da dimensão da força que nos rege e da capacidade para transformar, inovar, criar e amar.

É fundamental crermos que somos seres divinos em contínuo processo evolutivo, a qual o Criador proporciona a cada um a chance e o poder de ir muito além da própria concepção. E por mais que tenhamos alcançado determinada aptidão, saiba que não existe limites as nossas possibilidades, porém, ainda nos falta a autoconfiança necessária para explorar este potencial que nos é agraciado pelo Criador.

O homem, em seu processo de evolução, lhe é atribuído certa missão ao seu progresso e de sua comunidade, como no aprimoramento e superação de suas carências.

Entretanto, é sábio entender que muitos nos classificarão e nos julgarão conforme seu ponto de vista, como também faremos ao outro, porém, a nós nos é dado o arbítrio de sermos quem queremos ser, mas compreenda, mesmo que injustiçados pelo crivo alheio, Deus nos conhece melhor que nós mesmos, por isso continuemos a aproveitar a oportunidade para poder evoluir, aprender e curar.

 

 

domingo, 22 de março de 2026

MUITO ALÉM DA RELIGIÃO

 

Autor espiritual: Ezequiel da falange de Dr. Bezerra de Menezes

Escrito: médium Marcelo Passos

 

Irmãos e irmãs!

 

Conflitos continentais pelo progresso ocorrem desde a gênese do mundo, e por vezes tendo como principal teor as equivocadas e humanas interpretações religiosas, onde, por vezes, determinados hábitos torna-se a identidade de uma nação. E, assim, parte da criatura humana têm se afastado da pura e verdadeira fraternidade religiosa e divina, ou seja, criaturas criadas pelo mesmo hálito empunhando espadas afiadas em desfavor uns dos outros por diversas razões e alimentadas pelo egoísmo, inveja e iras.

As religiões na sua contextualização devem ter um papel fundamental na organização e instrução evolutiva da sociedade seguindo as orientações divina, bem como na formação espiritual à eternidade, como a escola que prepara e instrui o estudante a catedral.

Entretanto, o que se tem visto é o retrogrado da palavra do amor disseminada pelo ódio e vinganças, vê-se sacerdotes e autoridades usurpando e destoando de Deus as práticas nefastas e afastando assim os homens de Deus, e não Deus do homem. Afinal, quando o homem se afasta de Deus, este se permite a ação do mal sem qualquer cerimônia em sua vida, pois o maléfico obsedia o que tem de melhor, mas   que ainda fraqueja e o instiga as práticas contrarias do evangelho.

O mal na sociedade é disseminado como um vírus perturbador a ser combatido, isso porque há muitos que são influenciados pelas mazelas que ainda carregam dentro de si, e que vem ao mundo pela graça de Deus na encarnação para reparação através das provas e expiações para aprender, evoluir e curar. Porém, nesta tendencia da insegurança humana, o maligno se aproveita das almas em evolução e se utiliza deste fator sem o menor pudor, ou seja, de querer falir a criatura humana usando a própria criatura. Assim como ocorre com as religiões, isto é, o seguimento que deveria focar unicamente na graduação permanente das almas eternas pregando o amor e a união, usam seus pares a disseminar rompimentos, preconceitos, intolerâncias, ódios e perturbações, principalmente quando um indivíduo defronte aquele que tem uma filosofia diversa, e ao invés de elevar o respeito com a sabedoria divina que carrega dentro de si, deixam-se influenciar por sua própria macula ao invés de multiplicar o bem.

Cristo veio ao mundo e trouxe a boa nova permissiva a todos, como mostrou-nos a verdadeira face de Deus que busca a união entre seus filhos sem qualquer detrimento, afinal, há algum registro de que Jesus virou as costas para alguém por divergir de sua doutrina? Por acaso Jesus tratou alguém com intolerância, preconceito por não concordarem com sua palavra como faz os homens e suas religiões? Jesus excluiu alguém? Jesus negou ajudar alguém? J sus condenou alguém ao fogo eterno do sofrimento? No entanto, parte dos homens que se propõe a refletir e está nos púlpitos a discorrer sobre o Cristo levantam muros instransponíveis do preconceito e intolerância uns contra outros ao invés de edificar pontes de amor e oportunidades que nos ligam diretamente a Deus sem qualquer impeditivo a fonte do bem.

É evidente que o Criador compreende toda a situação além da percepção limitada do homem, e ao contrário do que por vezes é dito, Ele não julga a criatura humana como a própria criatura humana costuma fazer baseada na aparência, Ele nos julga pela sinceridade e densidade do coração mesmo que por vezes não consigamos externar. Por isso nos proporciona a misericórdia de voltarmos a si pela reforma intima quantas vezes forem necessárias ao nosso bem eterno. 

As doutrinas são importantes a efetivação e exercício da obra de Deus na Terra em prol da evolução maior. Todavia, as doutrinas não devem se represar nos rótulos limitadores e suas particularidades, e sim servir de amparo, de exemplo e de auxílio. 

Cristo nos mostra como é importante saber romper paradigmas e conviver com todos sem qualquer distinção, como fizera no Poço de Jacó ao conversar com a samaritana, isto porque judeus e samaritanos não conversavam entre si, porém, o Mestre, pelo seu gesto mostrou que Deus esta muito além das fronteiras culturais e religiosas pautadas pelo preconceito levantadas pelo homem em desfavor do próprio homem. 

Lamentavelmente, avançados mais de dois milênios a divisão continua sendo disseminada com ódio por todo o planeta, contrariando os propósitos de Deus, pois quando Cristo edificou a sua igreja, jamais a rotulou, como nunca instigou os apóstolos e seguidores a condenar, a excluir, a odiar, a impedir, a enganar, a corromper, e sim instruiu-nos que a sua palavra através de nossos atos e sentimentos deveriam ser universais e pautada exclusivamente pela evolução pessoal através da fé, do amor e da caridade, como afirmou que, aonde houvesse dois ou mais reunidos em nome, também estaria presente. 

Portanto, se a religião profetizada fala e ensina o sentido real do amor, perdão e caridade, se suas ações, mesmo com suas peculiaridades torna o homem cada vez mais justo, compreensível, caridoso, amoroso, humilde, evoluído, se o tira dos vícios diversos, se o ensina a perdoar e a dividir com altruísmo, se o auxilia a se esforçar para não mais pecar e o torna sábio sem partidarismo, saibam que Cristo vive nesta. Pois o proposito real é nos prepararmos a eternidade com Deus.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

SERÁ QUE REALMENTE ESTAMOS PREPARADO PARA RECONHECER O CRISTO?

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

 

Irmãos e irmãs!

 

Quando estamos em processo de evolução e na convivência com outros mais, principalmente no núcleo íntimo da qual pertencemos, um dos anseios é e será sempre a busca incessante pela prosperidade em suas mais variadas formas e pela paz. Toda a nossa história pessoal e coletiva é traçada por gerações longínquas que de certo modo emoldura o nosso perfil.

 

É logico que ninguém é e será igual a ninguém, no entanto, um alinhamento ancestral de certa forma nos identifica na atualidade, mesmo que nos percamos ao longo da jornada. A identidade naturalmente seguirá um determinado curso de ordem dito natural. E assim, por vezes, estes moldes acaba se estendendo e impactando na cultura de uma pessoa, de uma família, de um povo, de um país e até mesmo de um continente. E, neste viés, muitos acabam adotando uma certa personalidade e creem neste ideal como fonte quase única de conduta e comportamento essencial frente a sua sociedade como um todo, e quando alguém de certo modo desalinha-se com esta analogia, naturalmente instala-se uma insegurança, um caos, podendo inclusive levantar guerras e conflitos diversos por algo, talvez, subjetivo, tudo porque alguém trouxe uma dita imparidade e ou falou uma linguagem quase incompreendida, pois a maioria das pessoas assim como nós, acabam se protegendo na segurança de uma zona de conforto. E então!? Diante a proferida diferença, quem está certo? 

 

Quando o Cristo veio encarnado entre os homens, Ele não trouxe nada de diferente do que já havia sido anunciado pelos profetas, simplesmente se fez vivo entre as profecias, entretanto, quem realmente estava preparado para viver esta realidade? Grande parte dos sacerdotes daquele período, principalmente de seus maiores líderes que tanto anunciara a vinda do Messias traçadas nas escrituras não conseguiram identificar naquele Nazareno a profecia se cumprindo. E, sabem por que o Cristo causou e trouxe todo este abalado naquela sociedade? Seria por conta da incredulidade? Em muitos casos, talvez...; por que ele estava atrapalhando os interesses escusos? Provavelmente..., mas a grande confusão, assim como nós ainda fazemos, é adotar em nosso imaginário um certo perfil, uma certa ideologia e acreditar nela como única vertente sem se permitir ouvir outras realidades, pois a época acreditava-se que o Messias viria em um trono de ouro e todo coberto de pompas e das mais afortunadas riquezas materiais, porém, o Mestre contrariou toda uma expectativa levantada, veio completamente na contramão de um ideal até então eleito por aquela gente, pois para muitos daqueles influentes era inadmissível que o enviado de Deus viria como um mero carpinteiro e de uma família dita pobre e sem qualquer influência social. E por este e outros motivos é que foi perseguido, caluniado, ofendido, traído e crucificado..., e tudo porque ele abalou a estrutura do mundo de uma forma surpreendente criado por aquela sociedade.

Afinal, naquele tempo o Cristo no cumprimento de sua missão andara entre os marginalizados da sociedade, ou seja, andava e pregava o verdadeiro Deus para aqueles que eram proibidos de andar entre os demais e muito menos de participar da pregação nos templos, isto é, andava junto aos pobres, aos doentes e aqueles eleitos pecadores e de certo modo indignos de conviver na sociedade e àqueles que quisesse ouvir o profundo e verdadeiro sentido do evangelizar. Cristo falava do evangelho do amor de Deus para todos e não do terror do Deus para poucos. E por isso que a sua postura era e foi cruelmente condenada e atacada pelos que se consideravam doutores da lei e graduados da palavra dos profetas. Contudo, a saber, mesmo tendo sido perdoados pela nossa vil ignorância embebecida de preconceitos, é importante elucidar que o Cristo não sofrera com a marginalização apenas pelos ditos poderosos, sofrera também a perseguição por muitos do povo e de diferentes classes.

 

Por fim, diante está reflexão, qual será e seria a nossa posição diante essa realidade da época? Isto é, se não soubéssemos hoje que ele era o Cristo e ou mesmo sabendo quem ele é, e se posicionasse diante de nós com vestes simplórias e descalço e sem qualquer adorno? Ou se ele chegasse até nós maltrapido, sujo e morando nas ruas? Será que realmente estaríamos preparados para reconhecê-lo nesta personalidade? E ou o julgaríamos com todo furor ferino no apogeu de nossas convicções e ideologias divisivas? Será que se esse mesmo homem, fora do padrão social eleito pela sociedade e também por nossa individualidade, chegasse até nós sem nada para pedir e falasse unicamente sobre o evangelho, será que pararíamos para ouvi-lo com atenção? Ou será que ainda devemos esperá-lo vir intocável e envolto de um trono abastado?

sábado, 11 de outubro de 2025

SEMENTES DO BEM

 



Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

 

Irmãos e irmãs!

 

Notaram a grandeza das florestas espalhadas por todo o planeta, e já se perguntaram como permanecem sempre vivas? E qual seria o segredo desta vivacidade imperecível sendo que todo ser orgânico um dia perece?

 

É evidente que a vida prevalece de toda a vida, isto é, o fruto nasce da semente originaria de outro fruto que cresce, se desenvolve, serve de todas as formas e depois perece, ou seja, toda vida tem suas fases e transformações de uma semente originaria que descende, e assim se mantem o grande ciclo da vida.

Assim também ocorre com os animais que contribuem para manter o vigor imponente da vida universal ajudando a espalhar as sementes por diversos lugares aonde todos, absolutamente todos se beneficiam desta fascinante obra que auxilia a todos na produção de energia, oxigênio, alimento, moradia e a continuidade e perpetuidade da vida. Além é claro dos homens que também ajudam e muitos a produzir a manutenção da vida em todos os seus aspectos.

 No entanto, além da conservação da vida orgânica, é fundamental a mantença saudável da essência desta vida imaterial em prol do equilíbrio, ou seja, já repararam que cada elemento vital tem a sua essência pessoal? Onde pelo odor sabemos identificar cada ser? E quando um determinado fruto não está bom, logo pela fragrância e até mesmo pelo gosto identificamos de imediato a sua qualidade? Isto é, a essência é e será sempre o mais importante e que nos envolve neste grande ministério.

Por isso que devemos se preocupar mais com a essencial do que apenas com o envoltório, afinal a textura de um fruto pode não ter a aparência convidativa, mas o seu néctar é espetacular, como por vezes a massa de um rebento pode ser chamativa e atrativa, mas esconde em seu núcleo podridão e doenças, como uma casca pode ser chamativa e muito saborosa e uma aparência ruim e seu gosto acompanhar, mas o que fará a verdadeira opinião é o gosto produzido, ou seja, a essência.

E nesta narrativa podemos levar lições importantes para a nossa particularidade à coletividade, isto é, somos frutos que traz consigo diversas sementes, mas não somente as sementes da continuidade da vida orgânica, mas sementes da essência que poderá se espalha por todos os lugares possíveis, como o néctar do nosso comportamento, as nossas escolhas e ofertas, as crenças, aptidões e diversos elementos que nos complementa e que ofertamos no cotidiano.

Somos a essência de Deus, portanto, há em nossa composição unicamente amor, vida, alegria, justiça, felicidade, amparo, ajuda, coletividade, fraternidade, perdão, amizade e muitas outras qualidades que vemos, enxergamos, sentimos e sabemos do Pai, e quando deixamos a nossa essência sem o verdadeiro zelo vital, ou seja, os elementos de Deus em nós, provavelmente estaremos de alguma forma em deformidade e ou doentes e que poderá afetar negativamente não apenas a nós, e sim aos que estão ao nosso redor. Contudo, o Pai, em sua infinita bondade, misericórdia, amor e justiça nos permite sempre o restabelecimento para continuarmos a produzir o bem por nossa verdadeira essência na qualidade pessoal e espalhando a nossa natureza por todos os cantos e lugares sem qualquer impedimento e ou fragmentação, como todo o homem sem distinção se beneficia dos elementos essências das florestas plantadas a manter-se vivo, e assim também havemos de fazer a nossa parte e propagar o melhor de nós, basta nos esforçamos e buscar fazer o nosso melhor e acima de tudo, procurando se auto superar sempre.

 

 

 

domingo, 31 de agosto de 2025

LIMPEZA CONSTANTE

 


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

 

Irmãos e irmãs!

 

É comum na rotina social, independentemente de sua condição, as pessoas fazerem a limpeza de suas moradias físicas para manter circulante as boas energias, o bom ambiente, o refrescante aroma e bem-estar. Como para manter viva os fluidos do aconchego e do acolhimento do sagrado lar que abraça a todos com ternura por ação do asseio constante proporcionando suavidade, frescor e leveza aos seus moradores e visitantes.

Porém, quando uma moradia, independente do seu porte, é abandonada a sujeira, ao relapso e ao descaso de seus moradores é natural que quem enxerga de perto ou de longe tenha a sensação de receio, mal-estar e em muitos casos de repulsa e afastamento, pois o reflexo da negligência será sempre o isolamento de seus atores. Ou seja, conforme a nossa ação ou omissão este fator se refletirá decisivamente em nosso momento.

Essa reflexão busca fazer uma analogia quanto a nossa condição pessoal frente ao que refletimos no universo sobre como mantemos de fato o nosso lar imaterial diante a realidade de nossas existências. E, conforme nossas condutas estaremos impactando diretamente a nossa realidade frente ao mundo, ou seja, ao manter a limpeza de nossa moradia intima e imaterial continua na fé e oração, nas boas ações e condutas, praticando a caridade de todas as suas formas, amando, perdoando, compartilhando, aprendendo e ensinando com humildade, dividindo, multiplicando e somando o bem sem condições ou taxas de reconhecimentos criamos e mantemos entorno de nós um campo fluídico e energético positivo e sempre mantendo o convite a todos a compartilhar o nosso lar intimo envolto da verdadeira fraternidade celestial, onde não há exclusão, preconceitos, punições, castigos e outras ações nocivas que a sujeira e o abandono pode nos relegar ao manter as sujidades em nós mesmos.

Por isso é importante mantermo-nos em constante limpeza os nossos pensamentos, ações, sentimentos e aspirações para não sermos surpreendidos pelas sujidades que por vezes surgem sem percebermos, afinal ter um lar asseado é ótimo, mas a manutenção e limpeza requer máxima atenção, disciplina e ações efetivas de nós mesmos, pois as poeiras da perversidade sempre ronda o bom e divino lar a querer perturbar os seus moradores.

Portanto, mãos à obra.