Autor espiritual: Ezequiel
Escrito:
médium Marcelo Passos
Irmãos e irmãs!
Há milênios que a humanidade vem progredindo em diversos aspectos do ponto de vista tecnológico, cultural e estrutural, contudo, quanto ao aspecto humano, consideramos que houve importante evolução, porém, há questões divergentes que ainda persiste fazer parte da condição precária humana, isto é, convergências de comportamentos, opiniões, posicionamentos e preferencias ainda colocam irmãos contra irmãos por condições desafiadoras envolto do orgulho, da vaidade, da inveja e da presunção ainda impregnada como preocupante doença nos seres apesar dos tempos.
Evidentemente que somos criadores de identidade de eras, de construções, de opiniões e de ideias em prol da estruturação e evolução, além de poder ter o dom de promover o bem-estar, mas, apesar de toda inteligência inerente aos seres, infelizmente há muitos que destoam do que lhe é sagrado causando embaraços e convergências alarmantes. Afinal, não é incomum que uma ótima ideia e criação desenvolvida em benefício da sociedade seja usada para transformar o amor em ódio, como exemplo a criação das aeronaves que desenvolvida com o objetivo de encurtar distancias, contatos e promover a diversidade, se transformou em munição na mão de muitos para promover guerras e destruição.
Seguindo os paradigmas desta proposição, testemunhamos que grande parte dos seres, apesar de toda experiencia e exemplos ao longo do tempo, vem se dividindo ao invés de se unirem, afinal, muitos continuam preocupados em acumular e herdar ouros perecíveis de maneira desproporcional ao invés de buscar o equilíbrio em função da justa e despretensiosa fraternidade.
Considerando que a tratativa pela unidade de povos proposto pelo Criador não deve ser confundida com uma igualdade como de uma máquina programada para um único objetivo, afinal, somos todos diferentes em busca de evolução, paz e felicidade por meio da vivência do amor, e que a pluralidade dos povos tende a proporcionar aprendizados com seus diferenciais, ou seja, temos incalculáveis reservas de aprendizado, pois ninguém detém a onisciência.
A multiplicidade
sempre causou um verdadeiro furor nas comunidades, pois o homem vulnerável e patente
de seu orgulho, de sua vaidade, de seu egoísmo, de sua arrogância e outras
adversidades, tem preferido ter mais razão de que ser feliz vivendo em
harmonia. Afinal, muitos são os que querem se impor pela cegueira de sua força,
e não se permite, muitas vezes, uma contrariedade mesmo que seja para ser livre
e feliz, mas muitos tende pela divisão levantando suas espadas afiadas
escolhendo ferir e dividir ao invés de ser feliz unido forças buscando
enriquecimento pelo conhecimento pela escola do diferente.






