Autor
espiritual: Ezequiel
Escrito: médium Marcelo Passos
Irmãos e irmãs!
A
figura de um ente invisível que acompanha o homem em sua jornada terrena é
repleta de contradições, dúvidas, curiosidades, críticas, descrença, fé e mesmo
desconfianças. Afinal, quem seria esse personagem bastante discutível e que
desperta em cada um sentimento sensíveis? Seria alguém real ou meramente fruto
de um imaginário popular? Se existe, qual o seu nome? E o que ele efetivamente faz
por mim? De fato, são questionamentos diante este mistério que torna por hábito
discussões adversas na sociedade.
Importante
entender que este guia que se faz presente entre os homens, são espíritos em
franca evolução como cada ser, e que alcançara uma condição natural a se unir ao
homem atraídos por um sentimento genuíno, onde um dia entenderemos a sua
magnitude. Uma das virtudes conquistadas por este elo é o de ajudar sem pleitear
quaisquer reconhecimentos vaidosos e compreendendo os limites do auxílio como o
respeito ao livre arbítrio sem interferências decisivas, mas que jamais
abandona um amigo em dificuldade mesmo diante as teimosias que ainda é inerente
a nós ao querer ter mais razão de que buscar a felicidade pela virtude da
humildade.
Agora,
quem seria este guia? Posso saber? Muitos caminharão pelo seu caminho sem saber
de quem se trata, podendo receber diversas nomenclaturas de diferentes
vertentes. No entanto, a sua missão é una, ou seja, ajudar sem barreiras e
condições, onde a sua função será a de transmitir ao seu tutelado experiencias
vivenciadas, ensinamentos aprendidos, caminhos percorridos e riscos superados. Intentando
que a sua atividade pode-se equiparar a de um guia de viagem, ou seja, quando o
turista interessa viajar para uma cidade, um estado ou um país, de pronto
buscará em seu roteiro a ajuda de alguém experiente e que conhece aquele
destino e que poderá auxiliá-lo com proficiência e segurança mostrando os
locais importantes e seguros, como os pontos de risco. Porém, mesmo com o apoio, conselhos e
orientação do guia de viagem, o indivíduo tem a liberdade e a responsabilidade
de poder se arriscar qual ocorre com os homens em seu progresso, que recebe todos
os conselhos, seja do irmão indivisível quanto daqueles que estão ao seu redor em
missão encarnada, e que também é um guia tão importante quanto aqueles invisíveis.
Conquanto, de usufruto de sua liberdade, o homem tem em sua deliberação o poder
atribuído pela lei do livre arbítrio de caminhar na contramão de seu traçado e
iminente destino evolutivo, e ciente de sua responsabilidade, isto é, não
nascerá maçã plantada com a semente da laranja, mas que a qualquer momento Deus
e seus guias estarão apostos a reorganizar o espírito quando reconhecer seus
enganos no desejo do endireitamento segundo as leis divinas.
Ao
contrario da limitação humana em franca evolução e ainda dependente de aplausos
externos quanto a uma tarefa benigna realizada, o guia designado, que também está
em seu processo de evolução, conhece da sua missão e limitações diversas, avançando
na superação do estágio do apego as convenções sociais quanto as deferências e
reconhecimentos, buscando trabalhar incisivamente no seu assistido o senso de juízo,
incutindo-o de maneira espontânea a direção de responsabilidade pessoal mostrando-lhe
através da consciência e experiências os caminhos luminosos, bem como a liberdade
de escolhas e consequências. Por essa razão que muitos roteiristas permanecerão
silentes ao seu tutelado para que este possa de maneira justa, evoluir e se
desenvolver de plenamente.
Quanto
ao mistério envolto da sua identidade, justifica-se para que os seus alunos não
inflamem a preguiça que por vezes o consome quanto a dependência de outras fontes
a deduzir e instrui-lo sem qualquer esforço aos rumos da qual percorrer, e menos
ainda para que incendeiem na pessoalidade as vaidades que se tornam armadilhas traiçoeiras,
pois envolto do encarnado há testemunhas de diferentes energias, afinal, o
homem é um imã de suas escolhas, e conforme sua conduta, atrairá simpatizantes fará
com que o homem se perca nas suas virtudes entregando-o aos vícios, onde este deverá
lutar com personalidade se esforçando para vencer suas próprias limitações e obstáculos.
Contudo,
é importante saber que os guias não se limita aos irmãos invisíveis e
consideravelmente anônimos, há muitos outros e de diferentes formas espalhados
entorno de cada pessoa e da coletividade, seja pelos encarnados que mesmo com suas
limitações se dispõe a ensinar e ajudar uns aos outros mesmo que ainda dependam
de reverencias, mas que sempre pode ensinar boas lições por conselhos tão quanto
por experiencias entre conhecidos, anônimos, personalidades e enfim, os guias estão
por todos os cantos e formas, e para senti-los hão de ter fé para crer, ouvidos
para ouvir, amor para sentir e disposição com humildade para aprender. Como há os
guias invisíveis além dos que já acompanham seu afilhado, e acredite, há muitos
outros que simpatizam e se dispõe pelo estágio do amor incondicional, auxiliar uns
aos outros pelo simples desejo de amar. Como pode o educando também ser um guia.
E, por fim, seja em qual condição for e ou estejamos, sigamos sempre as instruções
do guia maior que é Jesus Cristo fonte de toda graça que nos ajuda a seguir e nos
inspirar a poder ajudar uns aos outros a também seguir pela mesma seara.






