Deus perdoai as nossas ofensas, assim como
nós perdoamos a quem nos ofende... do mesmo modo.! É difícil né? (Jesus).
Irmãos,
Compreende-se
que não há dadiva mais edificante que o perdão. E este instituto traz em seu
elemento fundamental ao exercício puro da humildade e da simplicidade do
espírito a fazer desta virtude a chave para a salvação.
O condão
do perdão é o exercício e é à base da edificação do espirito rumo à casa eterna
no Reino de Deus, quem o pratica terás em seu terno elemento a oportunidade de
subir no paraíso na eternidade. Jesus ao perdoar os seus algozes nos libertou cabendo-nos
fazer deste exercício máximo congénere a grandeza do espírito a merecida
salvação. Cristo nos salvou ao nos perdoar, mas neste mesmo ato nos ensinou que
a graça do perdão é essencial para a manutenção da paz em nosso eterno coração,
e neste viés recepcionamos a responsabilidade a nosso mérito.
Perdoar
é divino, mas o perdão se torna difícil para muitos quando o orgulho exalta na
mente as atitudes promiscuas impedindo à contínua construção da felicidade nas
instancias da vaidade que se faz avessa à simplicidade e a humildade que é à
base do espirito para sua liberdade. Quando o orgulho e a vaidade estacionam no
coração do homem, o exercício do perdão torna-se uma tortura no coração incidindo
neste ato as guerras e os conflitos pessoais transformando o próprio universo
na pressão do vazio e das doenças ruinosas.
O orgulho
e a vaidade são adversários do perdão e torna-se um tormento na vida do homem
que bloqueiam a visão amplificada para a felicidade. É fácil pedir perdão ao
Senhor das dividas e das ofensas na intimidade da oração, mas a tarefa maior está
na execução e na prática do perdão quanto às ofensas e ao reconhecimento dos próprios
enganos.
De fato
que algumas ofensas e dividas torna o perdão de imediato mais difícil, mas é necessária
a sua construção, pois se sabe que quem guarda sentimentos ruinosos será os
mais afetados. Conservar magoa e sentimentos afins assemelham-se como a criação
de uma serpente, ela não nos atacar de imediato, mas incutimos o risco de sermos
envenenados a qualquer momento por seu instinto e perecermos na responsabilidade
da conservação do próprio veneno.
Quando
abdicamos do perdão impedimos a própria evolução, e enquanto não saldarmos até
a última parcela de nossas dividas, o que inclui o perdão, permaneceremos
inertes, havendo de retornar quantas vezes forem necessárias até o seu justo e
merecido cumprimento.
A evolução
pessoal passa pela necessidade intrínseca do perdão, perdoe e salve-se. Não percam
as oportunidades para viver e construir a felicidade por conta da amordaça proveniente
do orgulho e da vaidade, busque a simplicidade e a humildade como base, pois estes
institutos a qualquer ato pode-se ser vivenciada em nossos atos e habitar o
coração.
Bezerra
de Menezes, escrito pelo médium Marcelo Passos.
25/01/2016.

Nenhum comentário:
Postar um comentário