A convivência
com as diferenças é um desafio pessoal frente a sociedade que nos acolhe nas
suas mais variadas culturas, para uns o entendimento, e para outros o
estranhamento diante as adversidades sociais que compõem o ciclo humano nas
mais diferentes histórias de vida.
Algumas
culturas levam aos excessos para com a sua gente, e muitos são os que escolhem
pousar neste ambiente, como há outros que são levados compulsoriamente a aterrissar
nestes campos a poder se moldar a um aprimoramento moral tão quanto para viver a
experiencia da depuração da alma naquilo que por vezes se pratica equivocadamente
na vida comum, mas que não é percebido pelo homem devido a cegueira do mal que
entranha na alma do indivíduo em nome da ditadura da vaidade, do orgulho, do egoísmo,
da prepotência e enfim, os enganos promovidos pelas artimanhas do pecado que
persiste em nos fazer perder o equilíbrio.
E porque
Deus permite que determinadas culturas pratiquem certos excessos e inclusive
contra as suas leis? Há fatos que acontecem no mundo que foge da nossa
capacidade de entendimento real quanto à vontade e dos planos de Deus,
cabendo-nos a obediência; pois até mesmo Jesus disse, que nem tudo foi revelado
ao filho; entretanto, a buscar algum entendimento diante a estes acontecimentos,
faz com que nos remeta ao passado, onde os hebreus, escravos no Egito, passaram
por inúmeras provações e que continuam a acontecer nos dias atuais, como torturas,
sentenças de morte, escravidão, abusos, mortes trágicas, violência de todas as espécies
e enfim, o que muitos dos povos viveu, a história se repete.
E, no
entanto, a época, o povo de Deus conseguiu se libertar unindo-se na fé e em oração,
onde se prostraram e clamaram ao Senhor, que após quatrocentos anos de escravidão
ouviu a sua gente e então o Senhor enviou Moises, que liderou o seu povo a
libertação e consequentemente a narrativa de um novo tempo, onde provou-se que a
fé de fato liberta de todas as maneiras.
Todavia,
as nações que ainda vive sob a tensa ditadura da desumanidade, por conta de
determinados lideres, acontece pelo fato da sua gente ainda está presa nas
teias do individualismo, e que não estão se unindo no propósito da libertação, pois
muitos estão preocupados somente consigo e as vezes para com os seus, não se
importando com os demais que estão ao seu redor.
E, neste
viés, pode-se trazer para a individualidade e as culturas pessoais e
territoriais, onde, por vezes, o homem e a sociedade vivem em uma ditadura
moral e existencial, pois não conseguem se libertar de determinadas
dificuldades e da escravidão dos excessos, pois a falta de união e de fé levam
aos seres o desastre existencial.
Por fim,
para viver a liberdade cristã, é preciso unir sem distinção.
Autor:
espírito de Ezequiel
Escrito:
médium Marcelo Passos

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