Autor espiritual: Ezequiel
Escrito:
médium Marcelo Passos
Irmãos e irmãs!
A proposição deste artigo nos remete a um tema bastante complexo e que precisa ter uma importante reflexão e mudanças de postura quanto a este tema sensível e que levanta debates na sociedade evolutiva que precisa ser tratada e ao mesmo tempo combatida de maneira incisiva, onde, por vezes, sem perceber, praticamos a intolerância involuntariamente por conta de nossos vícios.
Por causa destes distúrbios persistente e enraizados em uma cultura continental, os espíritos em seu desenvolvimento precisa passar por longas etapas e caminhos em prol da sua reeducação existencial e entender a sua grandeza e responsabilidade quanto as graças que carrega como a inteligência e o discernimento. Porém, para que a sociedade crie o hábito natural de fraternidade, é necessário começar pelas derrubadas das nossas intimas barreiras que são edificadas por culturas originarias de filosofias extremas, egoístas e interesseiras muitas vezes disfarças de legalidade divina, como as ameaças ao sofrimento e a punição severa do Criador diante uma insubordinação.
Notoriamente, os amigos que leem este artigo poderão afirmar que não são preconceituosos, porém, o significado deste artigo é abrangente, e deve ser tratado de maneira responsável e extensiva, pois o preconceito está em tudo aquilo que se cria ilusoriamente, como por exemplo: Aquele indivíduo que não gosta de um determinado alimento, porém, nunca o experimentou para saber qual o seu verdadeiro paladar, e neste conceito, muitos acabam criando noções ilusórias e preconceituosas, lançando campanhas degenerativa e de desagravo injusto quanto aquele fruto por si nunca provado. Entretanto, chega o dia que experimenta este néctar, e a partir de então o seu crivo passa a ser parcialmente justo, mas que é preciso ter sabedoria para classificá-lo, afinal de contas nem todo fruto que para si é bom ou ruim, será o mesmo para os demais.
Por fim, mesmo que uma opinião seja mudada e chegado a uma definição dito justa, uma má campanha lançada por mero preconceito pode se estender por gerações, uma vez que más raízes podem produzir péssimos frutos e se espalhar rapidamente por distantes localidades até uma erradicação, mas, até que um fruto alcance a boa fama de seus benefícios, uma ideia, uma pessoa, um caminho, uma nação injustamente renegados será condenavelmente e injustamente vitimada por leviandades e ataques.
Portanto, façamos uma profunda e contínua reflexão quanto a este tema, ou seja, quantas vezes em uma relação, seja ela qual for, criamos segundo nossos hábitos e conceitos um certo perfil, uma ideia, conceitos, ideais e parâmetros e nos decepcionamos quando alguém não atende alguma das nossas expectativas? E quantas vezes criamos nossos monstros pessoais frutos de nossa fértil imaginação porque alguém não pratica a mesma fé? Que pertence a mesma nacionalidade? Ao mesmo grupo social? Ao mesmo ideal político e cultural?
Por isso que
é preciso trabalhar com afinco em nossa intimidade procurando arrancar os maus
instintos substituindo-os pelas virtudes sagradas do verdadeiro amor. Ainda não
estamos prontos, mas ficaremos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário