Se,
pois, não fostes fieis nas riquezas injustas, que vos confiará às riquezas
verdadeiras? (Lucas 16,11).
O planeta
contrasta experiências pessoais e coletivas quanto aos padrões sociais, tendo
como base as posses pecuniárias e latifundiárias de uma gente que destrata o
seu semelhante tendo as riquezas materiais como parâmetros de seleção.
E muitos
daqueles que acumulam seus ouros não sabe que, ao preferir este estilo de vida
contrai para si responsabilidades muito mais sérias frente a sua comunidade,
pois recebe o compromisso da facilidade em favorecer a justiça social e o bem
estar coletivo. É como o professor que busca incessantemente o conhecimento
para ensinar, se assim não fosse de que adiantaria acumular o conhecimento se resolvesse
guardar informações somente para si?
A riqueza
material não é pecado e muito menos um erro o seu acumulo como algumas tradições
impõem a uma sociedade. Ela é uma concessão a favor dos pequenos e miseráveis. E
lembrando que nada nos pertence a não ser a consciência.
A prosperidade
material de certo traz um risco maior quanto a não executoriedade de tarefas que
são proposta pelo altíssimo ao individuo frente a sua comunidade. Compreende-se
que o homem tem as suas fraquezas inerentes e que, pela misericórdia divina
pousa tantas vezes quanto necessário for ao planeta com o propósito único de
depurar-se e evoluir, pois assim rege a lei da vida eterna. E na expurgação
esta o compromisso de arrancar de dentro de nós a vaidade, o orgulho, o egoísmo,
a mentira, a presunção, o preconceito de atos e sentimentos onde somos constantemente
tentados pelo maligno a falirmos perante Deus. E ao resistir às tentações evoluímos
para tornarmos anjos de Deus a serviço único do amor na caridade e na prestação
da solidariedade.
É compreendido
que não conseguiremos atingir o grau de evolução sem as experiências diretas em
que somos submetidos pela ordem celeste. Por isto irmão o que tem passado ou já
passou nesta vida de dificuldades e superou e que pode superar, nada mais é que
a lição eterna da fé em transformação permanente em Deus. E tenha a certeza de
uma coisa, onde habita, com quem convive, com quem mora e todas as condições e
situações que tem passado faz parte da missão de evoluir. E evidente que, se
quiseres permanecer inerte e omisso consigo mesmo, o Senhor lhe respeitará, mas
também não poderá exigir e ou mesmo crer que seja merecedor de alguma das
riquezas mais valiosas da eternidade.
E neste
viés traz o nosso dever frente à vida e aos nossos semelhantes diante a tudo
que nos é favorecido a poder compartilhar e dividir. E ao recebermos a
instrução de vender todos os bens e dividir com os pobres e seguir com Jesus
Cristo, o Senhor pede para desapegarmos destes e seguir uma vida maior repleta
de amor, equilíbrio e paz. Pois quando o homem se prende egoisticamente as suas
posses transforma-se em seres pobres, mas de espírito que o afasta das riquezas
acessíveis, porém imperecíveis da vida como o amor, a alegria, a paz, a
serenidade, o equilíbrio, a saúde, a prosperidade, o sorriso que dinheiro algum
será capaz de adquirir.
E se
o homem não é capaz de fazer o mínimo para o teu próximo como poderá
compreender e receber as fortunas do céu?
É tempo
de mudar tudo isto e tornarmos escudeiros do amor em toda a sua plenitude e
oportunidades. E entenda que a divisão destes bens não se limita apenas aos
recursos financeiros, a missão é muito maior, ou seja, temos incalculáveis fortunas
de que somente as pecuniárias. Afinal quem não tem um beijo para afagar, um
sorriso para oferecer, um abraço para aquecer, um ouvido para escutar, um choro
para amparar, uma criança para ensinar, proteger e brincar, um alimento para
compartilhar, uma conversa para distrair, ensinar e aprender e alguém para
dizer, eu te amo.
E busque
não deixar alguém sair de perto de você sem levar o seu mínimo e as melhores impressões,
mesmo que não tenha uma moeda para oferecer, mas um sorriso todos nós temos.
Autor:
espírito de Ezequiel
Escrito:
médium Marcelo Passos
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