sábado, 3 de outubro de 2026

CONSEQUENCIAS DE NOSSAS TEIMOSIAS COMO NO EGITO

 


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos 

Irmãos e irmãs! 

Nesta reflexão vamos sintetizar a saga dos Hebreus no êxodo quando libertado por Moises da privação do Egito rumo a pátria prometida. 

Deus enviou o seu eleito primeiramente inserindo-o junto a família real egípcia, onde, mesmo a contragosto do faraó, o acolheu em seu palácio acostumando-se as suas práticas. E deste convívio nutriu junto ao príncipe herdeiro uma profunda e fraterna amizade. 

Elevado a príncipe, Moises ainda enfrentara toda a resistência do soberano, e após um ato heroico que resultou na morte de um soldado, o faraó ordenou sua captura e morte obrigando-o a se exilar em terras distantes. 

Em Midiã, onde se estabeleceu, esposou-se com aquela que o acompanharia por toda vida. Enquanto isso, no Egito, liderado por seus consanguíneos e junto aos cativos, rogaram ao Criador que os libertassem daquele sofrimento. E assim, Moises, com espírito ciente, apesar da novidade, recebera de Deus a missão, os caminhos que deveria percorrer e os desafios e riscos que enfrentaria aquele propósito.

Moises enfrentou a resistência daquele líder, seu fraterno espiritual, e aquele povo que mantinha uma rígida rotina inalterada por gerações do trono. O embate entre Moises e o Faraó perdurou por longínquas e exaustivas tratativas até se cumprir a determinação do Criador. 

Essa ebulição trouxe a este conflito algo além do que simplesmente o cumprimento de uma ordem de Deus, isto é, conflitos limitados culturais quanto aos costumes da época e as práticas doutrinárias que se perpetuava era inflamada pela vaidade e impedia que o rei simplesmente libertasse os escravos cumprindo-se a vontade soberana de Deus. 

A relutância acontecia uma vez que tais hábitos já fixados na rotina dos egípcios estavam ameaçados, e desde sempre, qualquer alteração em uma rotina causa sérios embaraços, afinal a vaidade e o orgulho quando confrontados pode despertar o pior nas criaturas. E a desvirtude, ainda presente em nós, é um vício da qual todos ainda precisam se libertar, pois muitos se acostumam com certos hábitos com normalidade, mesmo que isso provoque um abismo social e excessos.  E conforme seja o cultivo de tais princípios, poderá escravizar o homem e deflagar uma série de injustiças, como também o homem se acostumar a penumbra de sua condição e se contentando com os desvarios de um ilusório poder. 

Quando Moises recebera a missão teve de Deus a promessa que estaria junto dele até se cumprir a sua vontade. E assim ocorrera. Exaustivamente Moises se apresentava a Ramsés intercedendo pela libertação dos prisioneiros, mas este se mantinha resistente e decidira confrontar o poder de Deus. Naquele tempo, houve um importante conflito com nocivas consequências aquela população até a derradeira queda, levando Ramsés a alforriar seus servos. 

Esta síntese traz a importância e a necessidade de uma profunda reflexão ao tempo presente diante o conteúdo desta passagem. Ou seja, será se fossemos nós aquele Faraó, com seus costumes, linhagem, aprendizados, crenças, poder, virtudes e desvirtudes associados as teimosias e vícios que carregamos, chegasse alguém que tanto prezamos, como este fato, será que libertaríamos de pronto os nossos escravos cumprindo um pedido de Deus? 

Moises nos trouxe os mandamentos de Deus, estamos cumprindo em sua plenitude? Estamos apontando e condenando o outro? E nossa reação diante o diferente? Como tenho reagido? 

Houve importante progresso na humanidade, porém, será que passado milênios após a libertação, será que estamos realmente libertos? Ou será que continuamos tão teimosos, orgulhosos e afrontosos como Ramsés, confrontando e desafiando a Deus querendo impor a minha vontade sobre a dele?

 

 

domingo, 20 de setembro de 2026

NOSSOS GUIAS



Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos 

Irmãos e irmãs! 

A figura de um ente invisível que acompanha o homem em sua jornada terrena é repleta de contradições, dúvidas, curiosidades, críticas, descrença, fé e mesmo desconfianças. Afinal, quem seria esse personagem bastante discutível e que desperta em cada um sentimento sensíveis? Seria alguém real ou meramente fruto de um imaginário popular? Se existe, qual o seu nome? E o que ele efetivamente faz por mim? De fato, são questionamentos diante este mistério que torna por hábito discussões adversas na sociedade.

Importante entender que este guia que se faz presente entre os homens, são espíritos em franca evolução como cada ser, e que alcançara uma condição natural a se unir ao homem atraídos por um sentimento genuíno, onde um dia entenderemos a sua magnitude. Uma das virtudes conquistadas por este elo é o de ajudar sem pleitear quaisquer reconhecimentos vaidosos e compreendendo os limites do auxílio como o respeito ao livre arbítrio sem interferências decisivas, mas que jamais abandona um amigo em dificuldade mesmo diante as teimosias que ainda é inerente a nós ao querer ter mais razão de que buscar a felicidade pela virtude da humildade.

Agora, quem seria este guia? Posso saber? Muitos caminharão pelo seu caminho sem saber de quem se trata, podendo receber diversas nomenclaturas de diferentes vertentes. No entanto, a sua missão é una, ou seja, ajudar sem barreiras e condições, onde a sua função será a de transmitir ao seu tutelado experiencias vivenciadas, ensinamentos aprendidos, caminhos percorridos e riscos superados. Intentando que a sua atividade pode-se equiparar a de um guia de viagem, ou seja, quando o turista interessa viajar para uma cidade, um estado ou um país, de pronto buscará em seu roteiro a ajuda de alguém experiente e que conhece aquele destino e que poderá auxiliá-lo com proficiência e segurança mostrando os locais importantes e seguros, como os pontos de risco.  Porém, mesmo com o apoio, conselhos e orientação do guia de viagem, o indivíduo tem a liberdade e a responsabilidade de poder se arriscar qual ocorre com os homens em seu progresso, que recebe todos os conselhos, seja do irmão indivisível quanto daqueles que estão ao seu redor em missão encarnada, e que também é um guia tão importante quanto aqueles invisíveis. Conquanto, de usufruto de sua liberdade, o homem tem em sua deliberação o poder atribuído pela lei do livre arbítrio de caminhar na contramão de seu traçado e iminente destino evolutivo, e ciente de sua responsabilidade, isto é, não nascerá maçã plantada com a semente da laranja, mas que a qualquer momento Deus e seus guias estarão apostos a reorganizar o espírito quando reconhecer seus enganos no desejo do endireitamento segundo as leis divinas.

Ao contrario da limitação humana em franca evolução e ainda dependente de aplausos externos quanto a uma tarefa benigna realizada, o guia designado, que também está em seu processo de evolução, conhece da sua missão e limitações diversas, avançando na superação do estágio do apego as convenções sociais quanto as deferências e reconhecimentos, buscando trabalhar incisivamente no seu assistido o senso de juízo, incutindo-o de maneira espontânea a direção de responsabilidade pessoal mostrando-lhe através da consciência e experiências os caminhos luminosos, bem como a liberdade de escolhas e consequências. Por essa razão que muitos roteiristas permanecerão silentes ao seu tutelado para que este possa de maneira justa, evoluir e se desenvolver de plenamente.

Quanto ao mistério envolto da sua identidade, justifica-se para que os seus alunos não inflamem a preguiça que por vezes o consome quanto a dependência de outras fontes a deduzir e instrui-lo sem qualquer esforço aos rumos da qual percorrer, e menos ainda para que incendeiem na pessoalidade as vaidades que se tornam armadilhas traiçoeiras, pois envolto do encarnado há testemunhas de diferentes energias, afinal, o homem é um imã de suas escolhas, e conforme sua conduta, atrairá simpatizantes fará com que o homem se perca nas suas virtudes entregando-o aos vícios, onde este deverá lutar com personalidade se esforçando para vencer suas próprias limitações e obstáculos.

Contudo, é importante saber que os guias não se limita aos irmãos invisíveis e consideravelmente anônimos, há muitos outros e de diferentes formas espalhados entorno de cada pessoa e da coletividade, seja pelos encarnados que mesmo com suas limitações se dispõe a ensinar e ajudar uns aos outros mesmo que ainda dependam de reverencias, mas que sempre pode ensinar boas lições por conselhos tão quanto por experiencias entre conhecidos, anônimos, personalidades e enfim, os guias estão por todos os cantos e formas, e para senti-los hão de ter fé para crer, ouvidos para ouvir, amor para sentir e disposição com humildade para aprender. Como há os guias invisíveis além dos que já acompanham seu afilhado, e acredite, há muitos outros que simpatizam e se dispõe pelo estágio do amor incondicional, auxiliar uns aos outros pelo simples desejo de amar. Como pode o educando também ser um guia. E, por fim, seja em qual condição for e ou estejamos, sigamos sempre as instruções do guia maior que é Jesus Cristo fonte de toda graça que nos ajuda a seguir e nos inspirar a poder ajudar uns aos outros a também seguir pela mesma seara.

  

sábado, 5 de setembro de 2026

AFINAL, QUEM É O DIABO?

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos 

Irmãos e irmãs!

 Nesta proposição vamos aprofundar em uma pauta importante e sensível a ser reflexiva no processo evolutivo. Afinal, quem é essa figura que chamamos de diabo e que praticamente o culpamos por praticamente todos os enganos que praticamos a pretexto de esconder nossa própria culpa?

Seria ele o anjo decaído? Ou seria aquela figura de chifres, cauda pontuda e um tridente nas mãos retratado pela sociedade responsável por todo mal?

Evidentemente que este personagem é real, como pode exercer certa influência entre os homens, agora, será ele é o único e exclusivo culpado por nossos enganos? Ou será que ele apenas acende em nós um pavio explosivo prestes a explodir e atingir por estilhaços quem estiver pela frente?

Importante compreender que somos espíritos em processo evolutivo e que carregamos fatores pessoais a serem exaustivamente trabalhados ao aprimoramento em busca do esplendor. Temos fraquezas? Sim, várias! É justificativa?

Por vezes nos encontramos vulneráveis e ocorrem fatos que poderão contribuir ainda mais para a derrocada, como por exemplo, o viciado que tenta se curar de sua tendencia, e surgem elementos para que continue envolto de sua falência e evite a sua cura. Agora, quando cairmos na tentação, será mesmo que o Pai relegaria a seu próprio filho ajuda, o amparo, a proteção e a oportunidade de cura? Será que o Criador não receberia de braços aberto o filho prodigo enviando-o ao castigo extremo do fogo e do sofrimento eternos?

A sociedade de Deus caminha em seu franco progresso, e neste interim, não incomum encontrar situações adversas que poderá fazer-nos desviar o foco do desenvolvimento. Entendendo que o maligno atuará sempre em nossos pontos de vulnerabilidade.

São estes pontos frágeis que o maligno atuará incisivamente em desfavor do espirito, porém, ao contrário do que acredita-se, o diabo não fará o estrondo, ele apenas acenderá o nosso estopim, mas que a qualquer momento poderemos cortar essa ameaça e evitar um dano, contudo, se a detonação for inevitável, saiba que seremos diretamente cobrados; assim como um ladrão que adentra um imóvel e desvia os objetos deste ambiente, e ao ser apreendido lhe será forçado a restituir os bens subtraídos; afinal, somos dotados de sabedoria, discernimento e inteligência, como proprietários das próprias escolhas, e quando provocamos um agravo, saiba que este diabo não será unicamente responsabilizado mesmo que tenha iniciado a balburdia, ou seja, acendido a ideia; pois o que simplesmente ele desperta, já é algo inflamável existente em nós, onde cabe-nos o juízo de cessar e ou permitir a detonação e consequentemente o dever de ter que limpar as sujeiras e consertar os estragos.

Compreende-se que organizar todo um caos provocado por nossa imensa culpa requerera de nossa parte paciência, dedicação, esforço, superação, trabalho, entrega, e muitas vezes suor e lagrimas.

Entretanto, mesmo sabendo que somos os únicos responsáveis pelos atos, Deus sabe de todas as nossas carências, como jamais nos colocaria em situações deploráveis como intenta o maligno. Por isso, para nos ajudar, Ele nos enviará ajudantes a nos ajudar, pois ele jamais nos abandona.

Afinal de contas quais são esses pavios que o diabo acende em nós? São as situações e ideias. E o que seria esses explosivos existente em nós? Um conjunto de componentes, entre eles: Intolerância, preconceitos, vaidades, orgulhos, inveja, egoísmos, corrupção, heresias contra Deus e nossos semelhantes, prepotência, arrogância, injustiças, roubos, assassinatos, desonra, traições, adultérios entre muitos outros. Como posso interromper essa detonação? Seguindo as orientações tragas por profetas e pelo Cristo, ou seja, a prática permanente da humildade, do altruísmo, da benevolência, da compaixão, da justiça, da caridade, do amor, do perdão, da amizade, da fidelidade e lealdade, do auxílio e enfim, são situações que trazem desafios, mas se quisermos realmente seguir e viver de fato um ambiente de paz, com alegria e felicidade é necessário fazer nossa parte pela força de vontade, pela perseverança, e principalmente de renúncias para alcançar estes objetivos. Quantas vezes deixamos que os nossos males explodam? Quantas vezes preferimo-nos fazer de vítimas, terceirizando nossa culpa e, entregando-se a preguiça e a inercia da reação? Compreendendo que, caso alguém nos ameace e ou ofenda, não reagimos de imediato? Por que não reagir a astucia do inimigo que habita em nós mesmos? O diabo pode até existir e propor suas ideias. E nós? Como filhos de Deus e que carrega a centelha divina? Onde esta nossa autoridade e nosso poder de exorcizar estes males?

Por fim, pode-se considerar a vivência constante de desafios e conflitos que havemos de travar sistematicamente, contra o externo e principalmente conosco. Não é uma missão simples e fácil, estamos diante a uma guerra que precisa ser travada e lutada. E como toda guerra é preciso utiliza-se de sabedoria para vencê-la, estratégicas para superar dificuldades e os obstáculos para enfrentar o inimigo mais perigoso que temos, isto é, nós mesmos, é fundamental ser perseverante, pois o desanimo acontece, o sentimento de derrota vem, a vontade de se render e entregar-se ao inimigo é forte e submeter ao seus desmandos, por isso é essencial unir-se sempre a bons aliados que Deus nos agracia, compreendendo que não são seres perfeitos como idealizamos, são forças que se une, e o mais importante é seguir as orientações do grande líder que Deus já nos enviou ouvindo-o sem questionamentos, obediência sem rebeldia, aceita-lo sem vaidades e se equipando das mais poderosas armas que nos disponibiliza e incapaz de fazer qualquer mal a alguém, muito menos aos que consideramos inimigos, são as armas do amor, da misericórdia, do perdão juntamente com o escudo da humildade e da caridade.

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

NECESSARIA VIAGEM

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs! 

     Na grande viagem percorremos estações obrigatórias onde testemunhamos embarques e desembarques alheios até chegar o nosso instante. Ao longo do caminho viajarão conosco companheiros de estrada que muito nos ensinarão como também ensinaremos com os recursos necessários.

     As experiencias de cada estância nos mostram o quanto as oportunidades devem ser bem aproveitadas no curso de nosso passeio quanto ao anseio de alcançar as metas da evolução.

     É notório que cada estação traz consigo importantes conquistas e experiências, muito embora deixamos de aproveitar muitas chances por ignorância e inexperiências quanto a essencialidade de romper barreiras que colocamos nos trilhos da vida. E quando posto diante a realidade do espelho da alma, surge em muitas consciências os inevitáveis arrependimentos e remorsos por não ter aproveitado melhor os parceiros que em algum momento fizeram parte de nossa história.

Por vezes, muitos se despreocupam com a qualidade de sua viagem e deixa de aproveitar as probabilidades de desenvolvimento pessoal. Ainda mais quando há consigo um amigo devotado que muito o ajuda e ou mesmo quando diante uma condição privilegiada. Porém, nesta situação muitos acabam se entregando ao arbítrio do comodismo e da preguiça até que chega o instante em que, por compromissos outros, aquele amigo viajante compulsoriamente há de seguir o seu destino em outra estação. E, neste momento que este se vendo sozinho pela estrada percebe o desperdício proposital, e no ato de contrição, no descarrilho do autoflagelo vem aquele estalar, ou seja: “se pudesse voltar atras varia diferente”.

Estamos em ininterrupto processo de aprimoramento, por isso que erros, enganos, equívocos e demais situações embaraçosas fará parte de nossa emoldurarão. Afinal, até o mais desenvolvido espírito tem as suas fraquezas e precisam estar em contínuas reformas.

Todavia, sapientes da realidade destas condições, havemos de considerar e reconhecer que o Senhor nos reveste de inteligência e discernimento, como não nos constitui a cega e nos lança a própria sorte sem que haja ajudas, instruções e elucidações. O Pai está sempre nos ajudando a evoluir, mas para que tenhamos uma excelente qualidade e evitar ao máximo o remorso e o inevitável chicote, temos de procurar nos superar, como de entender que para uma importante qualidade estrutural temos de renunciar diversos vícios que ainda nos consome e que adotamos como pauta cultural, como de entender que a vontade de Deus é suprema, justa e misericordiosa.      Portanto, aproveite bem a sua viagem e todos os companheiros para seguir evoluindo.

domingo, 16 de agosto de 2026

PROTEJA BEM A SUA CASA

 


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos 

Irmãos e irmãs!  

No arcabouço do lar ambienta-se o aprendizado para o sentido do perdão, da cura, do aprendizado, da paciência, da compreensão, do amor e da evolução de todos os seres.

A casa é o alicerce sagrado e protetor de seus habitantes, é nela que o espírito tem a oportunidade de crescer com as chances advinda da intimidade formada entre os seus.

Esta proposição visa analisar o sentido de família não apenas a consanguinidade, mas de tudo que nela habita para produção do bem comum. Cada lar traz seus desafios coletivos e pessoais a um proposito muito maior. No lar há o compartilhamento de histórias para o propósito do progresso ampliando-se este conceito da moradia para a base do trabalho e toda organização social.

Neste juízo, algo importante deve ser considerável, ou seja, o lar traz o ambiente do aprimoramento, porém, é importante entender que além da proposta da lição ao aprendiz, seus moradores devem buscar a proteção para que intrusos não invadam e causem badernas no seio desta pátria.

Importante saber que esta reflexão não se limitada a casa física, se amplia para o espírito quanto sua estadia na matéria e mesmo além dela.

Na estrutura física, para que seus moradores tenham paz e não sejam surpreendidos pela violência, é preciso edificar muros, trancar as portas, acionar alarmes e demais artificies a manter a família e seus bens protegidos. Entretanto, este aparato serve para proteger indivíduos, afinal não faz nenhum sentido criar um aparato protetor para uma casa abandonada.

Seguindo o sufrágio deste entendimento, habitualmente recebemos a incumbência de descer as diversas moradas numa estrutura com o objetivo de poder progredir através das experencias que somente a vida encarnada pode oferecer. Enquanto encarnados, é cedido a alma uma moradia temporária que a abrigará por algum tempo a uma missão confiada, como de um viajante que se hospeda momentaneamente em um aposento de um hotel as suas necessidades.

Na base da propriedade física, os moradores se protegem contra possíveis ações de assaltantes, e quando acontece o inevitável, os prejudicados, diante o assalto buscam preservar a integridade de sua vida e de seus amados preferindo que lhe seja levado o perecível preservando seu bem mais valioso.

Neste proposito prevalece a direção e entendimento pela integridade e proteção do espírito eterno em sua vasta experiencia e caminhos que já andam e hão de percorrer por longínquos caminhos a alcançar a Deus. Porém, ao contrário da invasão física, o indivíduo deve procurar se precaver agindo em prol da própria segurança, proporcionando em si um abrigo sustentável dentro de um padrão que lhe permitirá proteger de agressões diversas podendo-lhe ocasionar falências de difícil reparação.

Todavia, essas ofensivas, ao contrário da estrutura física, traz a acepção da perda do essencial a manutenção e preservação da evolução. Porém, essa invasão está relacionada diretamente com a falha na execução da própria segurança em que, muitas vezes, por ingerência deixamos a guarda exposta sem qualquer firmeza e aberta a invasão de salteadores que estão à espreita pronto a nos invadir e tirar de nós o essencial, ou seja, o mal está pronto a nos tirar a graça divina da paz, da segurança, do entendimentos, da família, do amor, do perdão, da caridade, da comunhão quando permitimos que o maleficio nos invada e faça parte de nossa casa, isto é, o mal da inveja, do egoísmo, da prepotência, da arrogância, do ódio, do rancor, do extremismo, da corrupção, da falta do perdão, do vicio, da caridade em sua concepção e de diversas outros males causando o grito solitário de um eco vazio de nosso abismo.

Quando assaltados e influenciados por forças que se unem as nossas fraquezas, a restruturação torna-se um desafio, primeiro de expulsar o invasor, pois o viciado é resistente e torna o seu agente e seus cumplices agressivos e cegos, e fazê-los se tornarem manso e voltar a enxergar é um enigma a ser desvendado. Fator esse que poderá se estender por um considerado tempo e até mesmo o indivíduo ter que levar consigo em sua bagagem da vida as reparações necessárias para as estações seguintes e levando os débitos contraídos a ser saldado, por vezes, com altos juros. Posteriormente vem o desafio de retomar a credibilidade e o desafiado de ter que voltar, refazer todo o caminho de engano e seguir pelo trilho da luz. Contudo, independentemente de como esteja a atual situação, Deus estará sempre junto de nós, principalmente quando sozinhos diante a própria reconstrução. 

Irmãos, não é uma tarefa simples resistir as influências negativas e suas tentações, pois estes impulsos de ceder ao vicio é exclusivamente nossa, e o mal obsessor agirá justamente neste ponto sabendo de nossa vulnerabilidade, e resistir e controlar um desejo para satisfazer nossa ânsia é preciso ter uma estrutura de segurança muito forte, e mesmo assim há o risco de invasão, pois até o mais desenvolvido espírito tem o desafio de suas fraquezas.

Proteja bem a sua casa, e o mais importante, proteja o seu principal morador, você mesmo.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

SENSO CRÍTICO


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs!

Quando criados, nos é confiado uma importante missão em prol do desenvolvimento pessoal e coletivo. Todos têm a sua importância, mesmo que por vezes acreditamos sermos insignificantes diante a imensidão, contudo, se Deus nos confiou uma vida, é porque ele acredita em nós.

Entretanto, a ignorância primaria é um fator inerente a todas as criaturas a qual as experiencias sucessivas nos eleva ao conhecimento e aprimoramento. Alguns, se destacam pela nascente do seu sentido, e assim a extensão de sua responsabilidade em levar aos demais inscientes o conhecimento adquirido a expandir sentidos de descobrimentos do então inexplorado. E assim, a multiplicidade quanto a inspiração divina a qual todos carregam consigo a centelha e o livre arbítrio formando a sociedade.

Evidente que diante a inovação, a euforia do originário torna-se um marco sensível para o equilíbrio, pois aquele que traz a novidade deve se preparar e ter um auto equilíbrio, bem como perseverança para evitar que a oposição alheia frustre a sua incumbência. Afinal, conforme a inovação, é natural que desperte nas pessoas um certo grau de incredulidade, tornando-se por vezes uma matéria desafiadora ao seu missionário, pois poucos são os que conseguem acompanhar com maturidade e aventurança a extensão de uma nova tendencia.  

Essa proposição nos traz a necessidade de uma reflexão ampla frente ao desenvolvimento. Como é importante compreender que mesmo diante todo o conhecimento e habilidades da qual somos detentores, ainda somos errantes, ou seja, não estamos hábeis a se posicionar como uma autoridade que ainda não nos pertence nesse processo de evolução.

A humanidade ainda se perde nas fraquezas pessoais que por vezes o impede de ir além daquelas fronteiras sensoriais de seu limitado ciclo confortável. Uma vez que a novidade coloca parte dos homens em alerta, e ao mal-intencionado a nefasta campanha do negativismo fazendo coro àqueles que se prendem a zona de consolação preferindo aderir a injusta difamação apontando insanos onde não existe.

Assim como acontecera com os enviados em diferentes épocas e com o Cristo, onde trouxeram a incumbência de espalhar a boa nova redentora, mas em uma nova abordagem mais sincera e reflexiva a ponto de muitos confrontarem os argumentos dos ditos poderosos que exerciam, como ainda exerce, um grau de poder sobre a grande massa, impondo seus interesses pelo medo como trunfo de perpetuidade do poder.

O estudo abrangente do evangelho é importante no proposito de crescimento de uma sociedade justa, principalmente para a segurança pessoal. Continuem reunindo-se em nome do Cristo, porém, leve consigo sempre o senso crítico, tenha o espírito questionador sem receios mesmo que isso possa lhe trazer desconforto e ou mesmo isolamento, mas é importante ao homem enxergar a vida de forma justa de como realmente é, e não apenas pelo ponto de vista de outrem carregada de vícios.

 

 

sábado, 27 de junho de 2026

EXPERIMENTE, E DEPOIS JULGUE


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs! 

A proposição deste artigo nos remete a um tema bastante complexo e que precisa ter uma importante reflexão e mudanças de postura quanto a este tema sensível e que levanta debates na sociedade evolutiva que precisa ser tratada e ao mesmo tempo combatida de maneira incisiva, onde, por vezes, sem perceber, praticamos a intolerância involuntariamente por conta de nossos vícios. 

Por causa destes distúrbios persistente e enraizados em uma cultura continental, os espíritos em seu desenvolvimento precisa passar por longas etapas e caminhos em prol da sua reeducação existencial e entender a sua grandeza e responsabilidade quanto as graças que carrega como a inteligência e o discernimento. Porém, para que a sociedade crie o hábito natural de fraternidade, é necessário começar pelas derrubadas das nossas intimas barreiras que são edificadas por culturas originarias de filosofias extremas, egoístas e interesseiras muitas vezes disfarças de legalidade divina, como as ameaças ao sofrimento e a punição severa do Criador diante uma insubordinação. 

Notoriamente, os amigos que leem este artigo poderão afirmar que não são preconceituosos, porém, o significado deste artigo é abrangente, e deve ser tratado de maneira responsável e extensiva, pois o preconceito está em tudo aquilo que se cria ilusoriamente, como por exemplo: Aquele indivíduo que não gosta de um determinado alimento, porém, nunca o experimentou para saber qual o seu verdadeiro paladar, e neste conceito, muitos acabam criando noções ilusórias e preconceituosas, lançando campanhas degenerativa e de desagravo injusto quanto aquele fruto por si nunca provado. Entretanto, chega o dia que experimenta este néctar, e a partir de então o seu crivo passa a ser parcialmente justo, mas que é preciso ter sabedoria para classificá-lo, afinal de contas nem todo fruto que para si é bom ou ruim, será o mesmo para os demais. 

Por fim, mesmo que uma opinião seja mudada e chegado a uma definição dito justa, uma má campanha lançada por mero preconceito pode se estender por gerações, uma vez que más raízes podem produzir péssimos frutos e se espalhar rapidamente por distantes localidades até uma erradicação, mas, até que um fruto alcance a boa fama de seus benefícios, uma ideia, uma pessoa, um caminho, uma nação injustamente renegados será condenavelmente e injustamente vitimada por leviandades e ataques. 

Portanto, façamos uma profunda e contínua reflexão quanto a este tema, ou seja, quantas vezes em uma relação, seja ela qual for, criamos segundo nossos hábitos e conceitos um certo perfil, uma ideia, conceitos, ideais e parâmetros e nos decepcionamos quando alguém não atende alguma das nossas expectativas? E quantas vezes criamos nossos monstros pessoais frutos de nossa fértil imaginação porque alguém não pratica a mesma fé? Que pertence a mesma nacionalidade? Ao mesmo grupo social? Ao mesmo ideal político e cultural? 

Por isso que é preciso trabalhar com afinco em nossa intimidade procurando arrancar os maus instintos substituindo-os pelas virtudes sagradas do verdadeiro amor. Ainda não estamos prontos, mas ficaremos.  

 

domingo, 21 de junho de 2026

PERSEVERAR


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

 

Irmãos e irmãs!  

Toda a experiencia traz elementos essenciais ao desenvolvimento e personificação contínua do espírito, bem como, se assim podemos dizer, dos preâmbulos da própria sorte em que nem sempre pode ser considera como elemento inesperado. Como em entender que todos tem a oportunidade para se curar, aprender e evoluir de maneira unicamente particular pertencente a coletividade.  

Por vezes cremos que os desafios enfrentados são castigos e punições por algo condenável praticado noutras como na atual condição como resultado de uma aparente vingança de Deus para com a sua criação.  

Os desafios enfrentados pelo homem na realidade são os fatores para serem trabalhados na sua essencialidade e naquilo que precisa melhorar, entre eles de procurar arrancar de si as anomalias quanto as más condutas praticadas por livre escolha em diferentes momentos da própria história advindas de sentimentos como o egoísmo, a vingança, a inveja, o orgulho, as vaidades e demais outras tendencias que adotamos e consequentemente adoecemos sistematicamente e ao mesmo instante espalhando vírus de maneiras desproporcional a sociedade da qual somos elementos imprescindíveis da obra divina.  

Agora, para seguir evoluindo, aprendendo e se curando é importante crer de fato na imortalidade de nossa alma e que a vida continua independente da nossa condição, como de entender que pelo mero perecimento da matéria não seremos conduzidos a um tribunal inquisidor e consequentemente sentenciados ao sofrimento eterno, pois se assim ocorresse, seria contraditório a lição de Jesus que nos ensina a perdoar setenta vezes sete vezes, e, portanto, porque será que diante um erro seriamos prontamente condenados sem a oportunidade da reparação?  

Irmãos e irmãs, diante esta reflexão e para seguir ativos com o nosso progresso, primeiramente é fundamental não enxergarmos Deus como homem limitado que somos e que julga uns aos outros pela aparência superficial e disseminada pelo preconceito. Não meus amigos, Deus é a causa primeira de todas as coisas e nos molda conforme nossos interesses, obediência, esforços, tempo e coração e nos ajuda sempre e de todas as formas as chances de evoluir.

sábado, 6 de junho de 2026

DA VONTADE A AÇÃO

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

 

Irmãos e irmãs!

 

É sabido que somos os responsáveis pela estruturação e pavimentação do próprio destino. O Criador nos proporciona a chance de edificarmos nos capacitando com o auxílio de elementos essenciais a este propósito. 

Muitas vezes exigimos demais do outro e de Deus comportamentos e desejos oriundos de uma ideia preconcebida quanto de um suposto ideal de edificação, mas ao mesmo tempo esquecemos que somos limitados, apesar da inteligência que nos envolve. E quando idealizamos no outro um certo perfil e deixamos de compreender o outro em sua realidade, abrimos um perigoso caminho para injustiças e guerras, pois as vezes algo que foi bom para nós nem sempre será para o outro, e por essa razão que devemos sempre procurar a sabedoria da compreensão como desejamos ser compreendidos. 

Contudo, quando dispomos de boa vontade e da humildade em reconhecer que somos pessoas em franco progresso e que nem sempre conseguiremos colocar em pratica a melhor vontade por melhor que seja, e procurar compreender que ainda nos falta muitas lições, acredite, conseguiremos simplificar a existência e promover de fato o melhor de nós. Agora, se caso o outro não tiver esta disposição, tenhamos.

domingo, 31 de maio de 2026

EU PRECISO DE VOCÊ E VOCÊ PRECISA DE MIM

 



Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

 

Irmãos e irmãs! 

Todos avançam em busca do objetivo maior, ou seja, o reino eterno. Entretanto, para que possamos alcançar este mérito, os nossos atos e pensamentos são determinantes para entender a dimensão da nossa missão e de como traçar a melhor ação para a pavimentação justa de nosso caminho. 

Todavia, diante o considerado desconhecido ao passo adiante, é importante que cada sentido do presente seja dedicado sob o sentido da prudência, ou seja, buscar sermos precavidos a evitar surpresas diversas e alheias a nossa vontade. Apesar que mesmo cautelosos, estamos sujeitos a impropérios, porém, diante a adversidade vivente, a nossa reação é que decidirá a realidade do nosso instante. 

Evidente que a teoria celestial nos traz um impulso de querer colocar em pratica o nosso melhor e consequentemente colher os fartos frutos, no entanto, é fundamental entender que nem sempre a nossa vontade acompanhará de perto esta realidade, pois entre a vontade e a pratica há um caminho difícil e importante a ser percorrido como a melhoria pessoal e arrancando da alma os maus instintos e substituindo-os pelas virtudes Divinas.  

Fraternos, levem consigo na existência uma certeza, o Criador nos conhece individualmente, como sabe de nossa potencialidade e das nossas dificuldades, e por isso nos proporciona a todo o momento a oportunidade de evoluir, como jamais nos relegará o perdão nos destinando ao submundo do sofrimento e ao castigo eterno por castigo ou vingança. A verdade é que a maiorias dos seres ainda desconhece a dimensão do amor de Deus por cada criatura. 

A proporção das provas das quais havemos de superar na realidade são oriundas de nosso desconhecimento como criadas por nosso livre arbítrio em diferentes momentos da própria história, e da qual recebemos a chance para melhorarmos e merecer de fato nos sentarmos em nosso lugar reservado a mesa no baquete de Deus. 

Contudo, mesmo cientes que a evolução depende de cada criatura, é essencial elucidar que absolutamente nenhum Ser conseguira seguir e evoluir de maneira isolada, ou seja, precisamos uns dos outros com suas particularidades, assim como o próprio Cristo precisou e precisa de cada um de nós a colocar em pratica o seu evangelho genuíno e sem divisão interesseira em prol da universidade da felicidade.

domingo, 24 de maio de 2026

ENQUANTO HOUVER DIVISÃO NÃO HAVERÁ PROSPERIDADE

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos


Irmãos e irmãs! 

Há milênios que a humanidade vem progredindo em diversos aspectos do ponto de vista tecnológico, cultural e estrutural, contudo, quanto ao aspecto humano, consideramos que houve importante evolução, porém, há questões divergentes que ainda persiste fazer parte da condição precária humana, isto é, convergências de comportamentos, opiniões, posicionamentos e preferencias ainda colocam irmãos contra irmãos por condições desafiadoras envolto do orgulho, da vaidade, da inveja e da presunção ainda impregnada como preocupante doença nos seres apesar dos tempos. 

Evidentemente que somos criadores de identidade de eras, de construções, de opiniões e de ideias em prol da estruturação e evolução, além de poder ter o dom de promover o bem-estar, mas, apesar de toda inteligência inerente aos seres, infelizmente há muitos que destoam do que lhe é sagrado causando embaraços e convergências alarmantes. Afinal, não é incomum que uma ótima ideia e criação desenvolvida em benefício da sociedade seja usada para transformar o amor em ódio, como exemplo a criação das aeronaves que desenvolvida com o objetivo de encurtar distancias, contatos e promover a diversidade, se transformou em munição na mão de muitos para promover guerras e destruição. 

Seguindo os paradigmas desta proposição, testemunhamos que grande parte dos seres, apesar de toda experiencia e exemplos ao longo do tempo, vem se dividindo ao invés de se unirem, afinal, muitos continuam preocupados em acumular e herdar ouros perecíveis de maneira desproporcional ao invés de buscar o equilíbrio em função da justa e despretensiosa fraternidade. 

Considerando que a tratativa pela unidade de povos proposto pelo Criador não deve ser confundida com uma igualdade como de uma máquina programada para um único objetivo, afinal, somos todos diferentes em busca de evolução, paz e felicidade por meio da vivência do amor, e que a pluralidade dos povos tende a proporcionar aprendizados com seus diferenciais, ou seja, temos incalculáveis reservas de aprendizado, pois ninguém detém a onisciência. 

A multiplicidade sempre causou um verdadeiro furor nas comunidades, pois o homem vulnerável e patente de seu orgulho, de sua vaidade, de seu egoísmo, de sua arrogância e outras adversidades, tem preferido ter mais razão de que ser feliz vivendo em harmonia. Afinal, muitos são os que querem se impor pela cegueira de sua força, e não se permite, muitas vezes, uma contrariedade mesmo que seja para ser livre e feliz, mas muitos tende pela divisão levantando suas espadas afiadas escolhendo ferir e dividir ao invés de ser feliz unido forças buscando enriquecimento pelo conhecimento pela escola do diferente.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

VÁ PARA O SEU QUARTO, FECHE A PORTA E ORE AO PAI



Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos


Irmãos e irmãs! 

Esta proposição tende a destacar um fator bastante importante a refletirmos quanto sociedade em progresso, ou seja, qual seria a melhor forma para a manifestação pessoal de fé em prol da evolução? Evidente que cada pessoa tem suas receitas, todavia, será que existe uma fórmula melhor que outra a dirigirmos ao Pai? 

Certa vez perguntaram ao Mestre Jesus qual seria a melhor maneira de orar, e, então, o Cristo nos ensinou, -vá para o seu quarto, feche a porta e ore ao seu Pai. Esta sugestão nos traz a importância de criarmos cada vez maior intimidade e confiança com o Pai, isto é, as nossas melhores aspirações vivem em cada um de nós, porém, o homem ainda se perde na insegurança das próprias convicções e possibilidades. 

A diversidade cultural existente no planeta se destaca por seus diferentes preceitos e da qual são dignas de estudo e respeito, contudo, essas diferenças, por vezes, são marcadas por conflitos continentais, onde, conforme sua situação deflagram guerras desproporcionais em prol unicamente de satisfação do ego, do egoísmo, do orgulho, da prepotência que se arrasta por milênios perturbando gerações e falindo a encarnação do homem em suas inúmeras posições e obrigando-o a corrigenda compulsória. 

Compreendendo que nem sempre a posição pessoal e ou continental será digerida e ou bem quista por demais outros, no entanto, se o que faz, pensa e produz não causa perturbação, prejuízo, guerras e outros males, siga seu caminho produzindo e melhorando, afinal, ninguém tem o poder de evitar que o outro possa fazer ou falar, mas é saber que temos sim, o autopoder de se sabotar pela maledicência e estagnando o destino, e ou, seguir em frente apesar dos impropérios que a estrada possa oferecer. 

A fé é a mola propulsora que nos alimenta continuamente, ou seja, são as esperanças que moldamos em nosso íntimo e nos incentiva ir atras do melhor, e são buscas que unimos a outros sonhos mais formando a sociedade de Deus. Como é importante citar neste vier que fé, não se restringe somente a manifestações religiosas, muito pelo contrário, fé é que move a sociedade querer sempre melhorar. 

Entretanto, para que possamos realizar nossos anseios e querer viver em uma sociedade ordeira, é importante criar um ambiente de equilíbrio com regramentos para que todos saibam que há fronteiras que devem ser respeitadas e não ultrapassadas, entre eles a manifestação de fé, onde cada ser tem o seu direito pessoal ao seu objetivo. A sociedade se organiza e cria seus regramentos, porém, em uma comunidade em progresso, é claro que as comparações acabam sendo inevitáveis, e conforme seus indivíduos, os inevitáveis atos de intolerâncias e preconceitos como posições equivocadas e mesmo criminosas que dissemina ódios por todo o canto, sendo que para Deus, o que ele quer de cada de um nós é que possamos criar um ambiente pacífico para viver em paz e harmonia. 

Fraternos, saiba que o Pai quer todos nós, seus filhos, junto a ele na mesa do banquete, a nossa cadeira continua exclusivamente pronta e a nossa espera, talvez possamos demorar um pouco a nos juntar, mas nosso lugar continuará esperando o tempo que for necessário, afinal, a mesa de Deus é para todos, e não para poucos como costuma o homem fazer. 

E como chego até lá? Siga evoluindo como todos os recursos oferecidos.

Vai demorar? Só depende unicamente de nossa força de vontade de arrancar os maus instintos subsumindo-os pelas virtudes do amor, do perdão, do auxílio, do respeito e do desejo de fazer o melhor.

E qual o melhor caminho ou fórmula para encontrar as virtudes que preciso? vá para o seu quarto, feche a porta e ore ao pai, e suas respostas verão.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

DENSIDADE DO JEJUM

 


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs! 

Há milênios que o homem se prosta ao jejum para alcançar maior intimidade com Deus, além de proporcionar a disciplina, o quebrantamento e a oração a um objetivo. O hábito é tão importante que o próprio Cristo demandava o jejum as suas predileções. 

Cada Ser tem consigo a liberdade a interação com Deus na busca de sua evolução, compreendendo que não existe protocolo predefinido a se dirigir ao Pai, afinal, qual filho precisa de algum ritual específico para conversar com seu próprio pai? O que há na verdade é a sinceridade intima quanto aos esforços empreendidos diante as oportunidades ao melhoramento de cada dia. Entendendo que nem sempre alcançaremos de pronto o esplendor de um progresso considerado ideal, entretanto, seremos avaliados pelo esforço pessoal no objetivo sagrado da elevação.

Para muitas culturas o jejum é um hábito sagrado, em outras apenas um mero comportamento social, porém, na maioria dos casos o homem se restringe somente a redução dos alimentos, e se esquecendo de sua maior importância, a grandeza e a densa purificação do espírito. 

Todavia, a densidade do jejum é a chance que todos tem ao melhoramento, mas este confinamento deve ir além de meramente uma prática social, e sim a busca intima pelo progresso como um todo. O jejum em sua magnitude deve promover ao seu adepto maior empatia, respeito, interação, compromisso consigo e seu semelhante, e a cada restrição a oportunidade de rever o comportamento, o pensamento, a conduta, a transparência através da reforma intima permanente ao sincero depuramento. Porém, se caso o jejum não traga beneficias e melhorias a intimidade de seu associado, se acaso jejua, porém, continua sendo intolerante, preconceituoso, desobediente as leis de Deus, e caso não se esforça a este propósito, infelizmente este hábito será apenas um eco sem som, restando ao praticante apenas a fome, o que será devidamente suprido com simples alimento. Contudo, sempre é tempo de mudar o curso da própria estrada, afinal, Deus não desiste de nós e esta sempre nos proporcionado a chance, sem cessar, a melhoria, mas, nem sempre reconhecemos, e continuamos viciados. 

Portanto, se deseja de fato realizar o jejum, faça com fé e tenha um proposito real, aproveite a profundeza deste banho a purgação dos excessos. 

Por fim, reflita sobre aquela mensagem de Jesus, ou seja, não é o que entra no corpo que os contamina; e sim, o que contamina é o que sai do coração.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

ESTAMOS PREPARADOS PARA RECONHECÊ-LO?


Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs!

É comum na sociedade deparar com pessoas que de algum modo criticam personagens que conviveram com Jesus quanto de sua passagem pela Terra. Naquele tempo, muitos não o reconheceram como o verdadeiro Messias, por isso o criticaram, perseguiram e duvidaram de suas intensões e mensagens. Como também há aqueles que depreciam com furor ferino as omissões por parte dos apóstolos.

Porém, para muitos críticos, da qual não nos isentamos, é cômodo na teoria distante dizer que se acontecesse consigo defenderiam e ou mesmo não teriam dúvidas de que aquele homem verdadeiramente era o Unigênito. É notório que pratica e teoria são dois polos distintos onde nem sempre se encontram na realidade da experiencia evolutiva. Afinal, avançados mais de dois milênios da presença viva do Cristo, muitos são complacentes na atualidade após a certeza do Verbo Vivo e lançam opiniões quase que seguras e acidas em desfavor daqueles.

Por isso façamos uma breve e intima reflexão, isto é, será que com a opinião formada atualmente, se acaso o Mestre voltasse redivivo no mundo sem qualquer aparato como a época e se fosse aparentemente um homem comum, mas de imponente luz e mensagem, será que de fato estamos prontos para reconhecê-lo instantaneamente? Ou será que exigíramos dele alguma prova? Ou simplesmente o julgaríamos e diríamos que se trata de um falso profeta?

 

 

domingo, 12 de abril de 2026

EXPERIMENTE, DEPOIS JULGUE

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs!

Nesta proposição vamos refletir sobre a fabula da raposa e as uvas, cujo seu contexto traz a figura de uma raposa que ao tentar, sem sucesso, alcançar um cacho de uvas maduras e ao perceber que não as conseguiria, vai embora dizendo que as uvas estavam verdes e estragadas.

Esta fabula traz uma importante reflexão da qual devemos, em nossa individualidade, prestar atenção em tudo que nos é ensinado e informado, tão quanto tudo aquilo que sai de nosso coração a coletividade. Afinal, somos seres receptadores e ao mesmo tempo criadores, e, portanto, é essencial estarmos sempre atentos e reflexivos a tudo para não incorrermos no abismo das discórdias e injustiças, como de estarmos em alerta ainda mais dos fantasmas que por vezes criamos quanto as fraquezas dos nossos preconceitos humanos e destoantes da vontade do Pai que nos rege. Afinal, conforme for o resultado daquilo que captamos e colocamos em prática, podemos deflagar guerras sem precedentes e, consequentemente nos levar a arrependimentos e vergonhas diante o Criador quando ao invés de tornarmos anjos e aliados, nos tornamos algozes como ocorrera com Jesus.

Pois no tempo do Cristo encarnado, havia-se na sociedade um vício contaminante disfarçado de sacralidade, onde os ditos poderosos dos templos se apossavam das reflexões proféticas para poder dominar a sociedade pelo medo. De certo que poderiam ler os textos sagrados na sua literalidade, porém, o risco do vicio devastador estava naquilo que era criado pós a leitura, ou seja, pelas palavras e reflexões a época, onde poucos usavam do seu poder para ter a coletividade sob seus domínios, deturpando o teor evangélico a manutenção de um poder desvairado e egoístico que persiste, até os dias atuais, fazerem vítimas e mais vítimas por conta do mal da intolerância irreflexiva. Desde a época até os dias atuais, os considerados poderosos, não apenas do campo religioso, não permitem que as pessoas possam ir além daquilo que por eles são criados e ditos. Verdade essa é que, quando Jesus veio ao mundo, tratou de nos instigar ao questionamento e ao mesmo tempo ampliar o nosso conceito sobre a verdadeira vontade do Pai sobre nós, e da importância que temos para Ele na existência.

Entretanto, o que houve na época de Jesus e o que acontece até os dias atuais? Jesus, apenas por nos mostrar a verdadeira face de Deus foi perseguido, questionado, caluniado, preso, traído, julgado e crucificado. E com seus discípulos e seguidores? Estes foram perseguidos e martirizados, e por quê? Apenas porque incomodaram os viciosos do poder e buscarem mostrar as pessoas, a qual nos incluímos a ampliar o conhecimento e comportamento além daquilo que por eles eram ditos.

Entretanto, o que ocorreu desde então até os dias atuais? Ou seja, o que acontece quando alguém ou uma coletividade se permite posicionar diferente daquilo que os ditos influentes fazem ou falam? Seja no campo religioso, político, cultural e continental? Certamente houve muitos avanços neste quesito, ou seja, da busca pela autorreflexão, porém, ainda há muitos confinados e que continuam se permitindo serem dominados e disseminado ódio, intolerância, preconceito e guerra.

Portanto irmãos e irmãs entendam, Deus nos concedeu a dadiva de uma inteligência e o discernimento, por isso não se deixe contaminar pelos vícios intolerantes e parcial dos homens, seja crítico, ouça sim, mas reflita, aproveite aquilo que possa aproveitar, descarte aquilo que não representa Deus e sua vontade, isto é, Deus não nos julga e nos vê simplesmente pela aparência como parte dos homens costumam fazer uns aos outros em sua pequenez, Ele nos enxerga profundamente.

Por fim irmãos e irmã, poderemos não ser compreendido em nossas posições e principalmente se resolvermos caminhar na contramão de um senso comum, e mesmo que te firam nunca deixe de refletir que somos seres receptadores e criadores, e muito menos deixe de refletir a seguinte lição: Penso, logo existo. Conquanto, mesmo sendo responsáveis e livre por nossos atos e pensamentos, nunca deixe de fazer a reforma intima, pois também somos vulneráveis a criar vícios e virtudes.

 

 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

SERÁ QUE TAMBÉM ANDARÍAMOS SOBRE AS ÁGUAS?

 

Autor espiritual: Ezequiel

Escrito: médium Marcelo Passos

Irmãos e irmãs!

O evangelho que nos reúne sob o banquete do divino, nos convida a refletirmos sobre a ótica intima de quão tão é a profundidade sincera de nossa fé.

Não incomum depararmos com irmãos que ao refletirem sobre as diversas passagens evangélicas terem posições críticas quanto aos acontecimentos, como das reações diversas que os apóstolos tinham diante os desafios da época. Todavia, se algo parecido acontecesse conosco, será que estaríamos ou estamos preparados para enfrentar com coragem estas instigações contra nós mesmos tão quanto a valentia das nossas cômodas críticas? Ou seja, será que a densidade de nossa fé é tão poderosa que nos faríamos andar com segurança sob as águas a convite do Cristo caso nos aparecesse em alto mar como fizera com Pedro? 

De certo que muitos terão diversos pareceres quanto está arguição, porém, as respostas não devem ser externadas, e sim refletida particularmente. 

Evidentemente que cada um tem os seus desafios pessoais, afinal estamos em processo evolutivo, e por esta razão que o Senhor nos reveste de toda oportunidade para que possamos nos desenvolver com naturalidade, porém, é importante refletirmos que a evolução jamais deve ser encarada como uma competição como procede os homens em seu cotidiano que por vezes encara seu semelhante como um adversário pronto a ser aniquilado, sendo que na veracidade do universo somos nós mesmos os nossos próprios adversários tão quando aliados. 

Portanto, busquemos fazer rotineiramente a autorreflexão ao melhoramento permanente e eterno, e o mais importante, caminhe sempre com Jesus, pois mesmo que na travessia sob o mar possamos nos afundar diante nosso ceticismo, Ele sempre estará pronto a nos erguer mesmo que nos falha a fé.